24 de novembro de 2011

philadelphia¹

18 de fevereiro de 2010.

Ele chegou numa quinta-feira de noite, super tarde por causa do fuso horário. Na Philadelphia (leste) são 3 horas a mais que em Las Vegas (oeste). Mesmo assim, saímos para tomar uma cerveja. Tava um frio na rua, ainda tinha neve no chão. Acabamos achando um bar vazio chamado Big Bangs! Nós e as "bangs". Tomamos umas doses de tequila para encarar a caminhada de volta pro hotel.

Na sexta-feira, fomos para Old City. A parte histórica da cidade, que foi a primeira capital dos Estados Unidos. Visitamos o prédio em que está exposto o Liberty Bell, sino símbolo da independência e da abolição da escravatura e de lá conseguimos um tour no Independence Hall, prédio onde foi declarada a independência do país e adotada a nova constituição.

Um lugar cheio de documentos importantes e cadeiras antigas dos membros do governo em todas as instâncias. Não sei como não morri de alergia.

Um guia turístico esquisito foi nos despejando informações em um inglês tão rápido que me deixou tonta. Desisti de entender o que ele falava e só concordava para não passar por analfabeta do inglês na frente do meu date. Vamos combinar, né?!

Depois de um dia de cultura desses, fomos para um Irish Pub encontrar a minha prima e mais umas amigas minhas. Lembro que um cara veio falar comigo (só porque eu estava acompanhada, né?) e ele ficou me olhando com uma cara cheia de "olhos" e riu.

No sábado, fomos almoçar no restaurante brasileiro com mais duas brasucas! Ali foi a primeira alta dosagem de Brasil que ele teve na vida. Arroz, feijão, farofa, picanha, guaraná + eu, a Jaque, a Nany e a Fernanda juntas. Sobreviveu.

Mais tarde, visitamos uma exposição do corpo humano no Instituto Benjamin Franklin. Philadelphia é isso, museu e museu. Na saída, ele não resistiu e comprou sorvete de astronauta!! Passeamos pelas ruas famosas da cidade, saímos para jantar e voltamos para o hotel com um fardinho de Brahma! 

No domingo, fomos comer o tradicional cheesesteak. Não sei se preciso dizer que eu não fiz cerimônia nenhuma na frente dele, atraquei-ME no melhor sanduíche de carne e queijo do mundo inteiro.

Por fim, fomos passear no Art Museum, onde o Rocky Balboa se consagrou correndo escadarias acima. Fiz ele subir os degraus correndo como todo bom anfitrião de Philly. Entramos no museu porque somos  cultos  curiosos, mas não vimos tudo porque era muito chato e grande já era hora de irmos para o aeroporto.  Pegamos o carro e fomos. Estava na hora da primeira de muitas despedidas.


6 comentários:

  1. Fabi, se antes eu tirava tempo para navegar na net uma vez por semana,agora acho que você vai conseguir a façanha de me fazer entrar todos os dias. Além de não saber detalhes destas história desde o início, estou morrendo de curiosidade do que ainda está por vir.
    Mas tem uma coisa que esqueci de te perguntar por e-mail e aproveito a oportunidade já que fiquei curiosa... o bofe conhece a existência deste blog? Em especial o nome que o blog leva? hehehe
    Bjs

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  2. Obaaaa!!! hahaha sim, o bofe até segue este blog!! E quanto ao nome, ele sabe que quero muito ficar com ele, mas a gente gostaria de casar qd fosse a hora certa, sem pressa, sem pressão, sem porcaria de visto nos apressando. Mas prometo que vou escrever um post inteirinho pra falar disso!

    Obrigada por comentar!!! Beijao, saudade.

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  3. Estas ensinando português pra ele ou tem que rolar uns google tradutor? hehehehehe Ele deve se divertir lembrando de tudo!!!

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  4. To tentando ensinar português, mas quase tudo é no google tradutor! hahaha tadinho o google traduz tudo meio virado!! Ai ele vem me perguntar apavorado!! hehehe :)

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  5. Um tour pela Filadélfia sempre vale a pena. e tu, como guia é ótima. mas, acredito que ele mais gostou do gostinho de Brasil que teve :P heheh

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  6. Nossa isso parece um filme hehehe

    bjão... DENY

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