29 de agosto de 2013

a saga do vestido - ato final

Agosto de 2013.

Depois da minha segunda desilusão com o vestido da Theia (primeiro com o falso e depois com o original), resolvi voltar para a lista da sogra e me lembrei dessa lojinha chamada Bowties Bridal. Eu tinha gostado de um modelo deles e resolvi dar uma segunda chance.

Eis que chego na loja e tenho que lidar com os olhares de - como assim, faltam 3 meses para o casamento e tu não tens vestido? Inspira, expira. Eu não quis experimentar o vestido que eu tinha gostado antes e fui logo reapresentada para a Maggie Sottero e para um modelo da nova coleção de outono, recém chegado.

O vestido era o primo rico do vestido da Vera Wang. O mesmo conceito, mas mais refinado. Quero experimentar, eu finalmente falei, depois de olhar todos os modelos da loja inteira. Um por um. Experimentei. Serviu. Ficou bonito. Fui para casa. Dormi. Sonhei que não tinha vestido.

Na mesma semana, resolvi voltar na loja para olhar o tal vestido da Maggie. Não tinha mais o que olhar. Não tinha mais tempo, não tinha mais romance. Eu precisava me decidir. Quase que nem o Jared. Era ou não era. E era. E foi. Comprei o modelo da Maggie por $1000. E paguei mais $150 de rush fee - urgência na entrega. Mas, a essas alturas, eu nem me importava mais. O vestido chegaria na loja entre duas e três semanas.

Nesse meio tempo, a gente decidiu que eu não precisava de buquê de flores para festa em Lincoln. Porque a gente não vai estar chegando da cerimônia, disse o Jared. Nesse mesmo raciocínio, o vestido que eu acabei escolhendo para o casamento no Brasil ficou meio fora de propósito com a festa na Nebraska. 

O Jared sugeriu usar o vestido do casamento do Brasil na decoração da recepção em Lincoln e comprar um vestido novo para a festa aqui nos EUA. Disso tudo, eu só ouvi as palavras comprar um vestido novo. Ao mesmo tempo que o meu ser se estremeceu com a ideia de achar OUTRO vestido de noiva, as palavrinhas mágicas comprar vestido novo, falaram mais alto. Boa ideia, eu disse!

No entanto, a coisa ficou toda meio no ar. Eu olhei uns modelos mais simples na internet e me programei para não gastar mais de $300 no vestido número 2. Além disso, eu também achei que eu podia comprar mais para frente, por ser algo mais simples.

Uma semana e meia depois, a moça da loja liga dizendo que o vestido chegou, mas que eu precisava ter os sapatos para o casamento antes de eu ir fazer a bainha. Então, eu precisava comprar sapatos para ontem, por que vai saber quanto tempo essas criaturas de Deus precisam para fazer uma bainha no vestido.

Saímos para comprar sapatos para nós dois. O Jared achou logo em seguida e de quebra ainda achou uma gravata. Eu preciso dizer que eu não encontrei sapato nenhum? Mas, contudo, porém, todavia, a procura do sapato entramos na Nordstrom, uma dessas lojas de departamento, e passamos pela seção de noivas.

Resolvemos dar uma olhada nos dois vestidos que a loja tinha. Os dois eram lindos, um curto e um longo. O Jared me incentivou a experimentar os dois. Como esse é o vestido para a recepção, a gente concordou que ele podia ver e me ajudar (graças a Deus). A parte mais difícil dessa busca desatinada por vestidos foi não ter a opinião dele. Sim, porque ele opina em todas as minhas roupas, às vezes eu não escuto, mas ele sempre opina.

Gostamos dos dois. Para complicar, eles custavam a mesma coisa.  Eu disse para ele decidir. Simplesmente, porque eu não tinha mais condições. Os dois estavam bonitos, eu já tinha escolhido um, ele podia escolher o outro. Ele não conseguiu decidir e a solução que ele encontrou foi comprar os dois. Não mesmo, eu falei. Nem pensar.

Ele me convenceu do plano: comprar os dois (só tinham aqueles no meu tamanho), experimentar com calma em casa, mostrar para as mães, irmãs e amigas e aí escolher um. O que a gente resolver não usar, nós devolvemos e pegamos o dinheiro de volta. Peraí, a gente já não fez isso com outro vestido de noiva?

Eu não queria casar e aqui estou eu. Já comprei cinco vestidos de noiva: um para o casamento no civil ano passado, um da China, um da Maggie Sottero e DOIS da Adrianna Papell para a recepção. Bem feito para mim.

Quase um ano depois que essa brincadeira de achar vestidos de noiva começou, posso dizer para vocês que agora eu tenho vestido, véu e sapato. Mas vocês vão ter que esperar até novembro para ver. Tá, vou mostrar um pedacinho.

Durante esse ano inteiro, eu me peguei olhando muitos episódios do Say Yes to the Dress, mas o melhor de todos foi semana passada, quando o Jared chegou em casa no finalzinho de um dos episódios, bem naquela parte, quando eles mostram a noiva entrando na igreja com o vestido escolhido. Ele olhou para mim e disse:

- Como é que eu não vou chorar? 


23 de agosto de 2013

sorte

Agosto de 2013.

Lá em fevereiro, a irmã do Jared me convidou para ser uma das madrinhas do casamento dela em agosto. Eu fiquei super honrada com o convite, porque eu podia muito bem ser a cunhada enfiada goela abaixo, né? O fato de ela realmente gostar de mim é um presente e tanto. Convenhamos, cunhado é sempre um lance de sorte. A gente teve sorte.

Sorte aqui define mais. Ela teve a sorte de encontrar o amor da vida dela. A gente sabe bem que o amor, além de determinação, é sorte. Ela teve sorte de se casar em um dia ensolarado e fresco. O verão úmido e abafado de Lincoln deu licença para uma brisa leve e eles se casaram na sombra de uma árvore linda, duas quadras de onde eles se conheceram.

Ela teve sorte, até quando foi picada por uma abelha no altar. A picada veio bem calhar com a fala do pastor. - O amor, assim como a dor, só existe para as pessoas reais, de carne e osso.

Eu tive a sorte de ver tudo bem de pertinho, embaixo da mesma árvore. Vi a abelha subir e descer na saia do vestido, vi os olhos do noivo se encherem de lágrimas, as tias babonas batendo fotos, pais, mães e avós emocionados. Vi o Jared ganhar um irmão e o meu coração sorriu cheio de orgulho quando ele disse essas palavras em voz alta.

Foi um daqueles dias perfeitos que vira foto no porta-retrato da sala. O porta-retrato que inspira nos dias difíceis. Foi um daqueles dias perfeitos, quando não só nasce uma família nova, mas duas famílias diferentes se unem. Foi um daqueles dias perfeitos, que fazem das pessoas uma família só. Eu cada vez me torno mais parte da família deles, que também é minha. Casar é bem isso, é virar família.




Foi um daqueles dias perfeitos. Um dia de amor e sorte. Depois que o sol se pôs e a festa acabou, eu voltei a pensar no meu dia e desde então, os outros dias todos se atropelam. Eu preciso decidir isso, resolver aquilo, acrescentar isso na lista. Os detalhes.

No entanto, viver um desses dias perfeitos, me ajudou a colocar as coisas em perspectiva. Todos os guardanapos estavam lá, os vestidos das damas, o sapato da noiva, comida, bebida, garçom, flores, lugar para os cartões. Não faltou nada dessas coisas todas da lista. Estava tudo lá, muito menor e menos importante do que no dia anterior.

Os detalhes cumpriram o seu papel, mas foram só detalhes. O mais bonito e o mais importante não estava na lista de afazeres.  Não foi planejado, ensaiado ou previsto. O mais bonito foi espontâneo, que nem o amor. E a sorte.

8 de agosto de 2013

a saga do vestido - segundo ato

Já era metade de junho e eu não tinha vestido. Faltava ainda uma loja na lista da sogra que eu não tinha ido. Olhei o site e achei que seria tudo muito caro. Com poucas alternativas e o tempo passando, resolvi dar uma chance para a tal boutique. Cheguei lá e a atendente me mostrou alguns modelos que eu poderia gostar na base dos dois mil dólares (!).

Olhei os vestidos que ela separou e concordei em experimentar alguns. Antes de entrar no provador, fui dar uma olhada por mim mesma no resto da loja e descobri um vestido simples e despretensioso no meio de rendas, bordados e saias de tule gigantes. Eu quero experimentar esse aqui, eu me ouvi dizer.

Coloquei no corpo o vestido dois tamanhos menores que eu. O zíper não queria subir, mas eu queria o vestido. A moça que estava me atendendo chamou a outra moça para ajudar com o zíper. Elas, simpáticas, disseram que aquele zíper estava com problema. E até podia estar mesmo, mas antes mesmo de me olhar no espelho, eu sabia que eu tinha gostado daquele vestido.

Dizem que a gente sabe quando encontra o vestido certo e naquele momento eu soube, era aquele mesmo. Não chorei porque eu choro mais de tristeza ou brabeza do que de felicidade, mas sorri de orelha a orelha. E fiz uma dancinha. O vestido custava $1500 obamas. Eu continuava fazendo a minha dancinha na frente do espelho.

A moça da loja não deixou a minha amiga Pri tirar uma foto. E eu continuava fazendo outra dancinha na frente do espelho. Ela alegou que as pessoas copiam os vestidos, por isso não podia bater foto. A mesma pessoa que não deixou eu tirar uma foto inocente para mostrar para minha mãe, me deu o nome da designer e o número do modelo. Theia, número tal. Eu joguei as informações no Google e achei outras duas lojas que vendiam o mesmo vestido por preços mais em conta. Home run!

Mostrei o modelo para a minha mãe, irmã, sogra, cunhada e para as minhas damas e fiquei morrendo de medo que elas não gostassem, achando que poderia desgostar junto. Todas acharam bonito, umas acharam muito simples, a minha mãe não gostou muito, a minha irmã disse para eu esperar mais um pouco. Alguém disse para eu continuar procurando. Eu fiz outra dancinha. Não tinha jeito, eu gostava do vestido.

Uma das lojas, o preço era $800, mas não tinha o meu tamanho disponível. Em um site da China, estavam vendendo por $438 e tinham todos os tamanhos. Desconfiei. No entanto, eu e o Jared chegamos na infeliz conclusão de que, hoje em dia, tudo é feito na China.

Comprando direto com eles, a gente estaria evitando pagar pela nome da loja. O vestido era igual. Nome da designer, número do modelo. Tudo igual. Caso, eu não gostasse, eu poderia devolver e pegar o meu dinheiro de volta. Resolvi deixar de ser fresca e arriscar. Fechei os olhos e comprei o vestido da China (atiram suas pedras nos comentários abaixo, porque eu mereço mesmo).

Quando o entregador bateu na minha porta com um SACO nas mãos, apalpando o pacote por todos os lados, meu coração parou de bater. Na hora, eu pensei: putaquemepariu. Quando finalmente eu abri o pacote, dei de cara com um vestido branco (eu encomendei ivory/champagne), que parecia ter sido feito das antigas cortinas de voil (voal) da minha vó. Um desastre sem precedentes.

Reuni minhas forças e coloquei o vestido no corpo. O pior é o que o danado serviu direitinho, precisava de pouquíssimos ajustes, mas o tecido e os acabamentos estavam fora de cogitação. Não tinha jeito, não tinha conserto. Tirei o vestido correndo e enfiei de volta no saco. Entrei em contato com a loja e, depois de me enrolarem por uma semana, eles finalmente devolveram o dinheiro e eu mandei o vestido de volta pro lado do mundo que ele pertence.

Nesse meio tempo, o Jared me disse para voltar na loja e comprar o vestido original. Dinheiro não era mais o problema. O problema era que eu não tinha vestido. Pouco mais de 3 meses para o casamento e eu não tinha vestido. Eu precisava ter um vestido. Ontem.

Não sei como funciona no Brasil, mas aqui as lojas encomendam o vestido no tamanho certo pela Internet (da China!). Então, eles precisam de no mínimo 4 meses para dar tempo de o vestido ser confeccionado e enviado e para fazer os ajustes. Em último caso, eu teria que comprar uma peça do mostruário, no tamanho que fosse e adequar. Isso, se eles concordassem em me vender o vestido do mostruário.

Em outras palavras, eu tava ferrada. Voltei com a cola no meio das pernas na boutique que vendia o modelo original. Por sorte, dava para encomendar a tempo. Ele continuava lá. Lindo, leve, refinado e se lixando com o meu drama. Experimentei o mesmo tamanho pequeno de antes. Ele era lindo, lindo, mas dessa vez não teve sorriso, não teve dancinha e eu não tive coragem de comprá-lo. Alguma coisa tinha se apagado.

Saí da loja com a promessa de voltar, mas nunca mais voltei. Tchau, Theia. Apesar dos pesares, foi bom te conhecer. Desculpa os meus tropeços, não podemos ser mais amigas. Fabiana.


1 de agosto de 2013

a saga do vestido - primeiro ato

Lá em setembro do ano passado, quando nós nos casamos no civil (lembram?) os pais e a irmã do Jared vieram para acompanhar a cerimônia. Um dia antes do casamento, eu e as minhas futuras sogra e cunhada resolvemos sair para olhar vestidos de noiva. 

A Kristin também já estava com casamento marcado para esse ano e apesar de ser super cedo para procurarmos vestidos, achamos que seria divertido. E foi! Experimentamos vários vestidos juntas, até o mesmo modelo, ao mesmo tempo, de brincadeira. 

Eu lembro que naquele dia, o único vestido que eu gostei foi um modelo da designer Vera Wang. Lindo. Lindo. No entanto, eu estava longe de pensar que aquele seria mesmo o meu vestido. A minha futura sogra foi embora oficialmente sogra e me deixou com uma lista de lojas de noivas em Las Vegas. Sim, ela é demais. Anda sempre cinco passos na minha frente e eu juro que eu adoro. Ela facilita horrores a minha vida.

Em novembro, a atendente da loja que a gente foi, David's Bridal, ligou sabendo se eu queria marcar um horário para uma segunda visita. Resolvi ir e levei comigo a minha amiga Deise. Não sei se já falei pra vocês da Deise. Ela é uma daquelas coincidências boas da vida, sabe a prima do marido de uma colega de trabalho da  minha mãe? 

A única coisa que sabíamos uma da outra, era que morávamos em Las Vegas e gostávamos de tomar chimarrão. Precisa mais? Viramos amigas antes da água da térmica acabar. Na ocasião, experimentei outros 7 ou 8 vestidos e saí da loja do mesmo jeito que entrei: com o preferido da Vera Wang na cabeça.

A vida foi passando e eu resolvi que só ia voltar a procurar vestidos em abril desse ano. Determinei nos meus planos perfeitos que em maio eu teria um escolhido. Fui em outra loja de cadeia nacional, chamada Alfred Angelo e achei que lá estava o "the one". Dessa vez fui sozinha e saí de lá com aquela sensação de mais ou menos. Nada pulava, nada gritava.

No mês que se passou, eu voltei nessas duas lojas mais duas vezes e o vestido da Vera continuava no topo da lista. No entanto, eu não conseguia dizer o sim. Minha gente, tão mais difícil dizer sim para o vestido do que dizer sim para o noivo. 

Aí me ocorreu que, de repente, o meu vestido estava escondido numa lojinha despretensiosa em um bairro qualquer na cidade capital mundial dos casamentos. Se eu não achasse um vestido de noiva em Las Vegas, eu não ia achar em lugar nenhum. Então me lembrei da lista da sogra e revirei a cidade atrás de um vestido. 

Liguei para todas as lojas, inspecionei os sites e marquei hora para encontrar o meu vestido ideal. Foi uma decepção atrás da outra e quanto menos eu achava um vestido que eu gostasse, que não me deixasse com cara de Barbie, de múmia ou parecendo um merenguinho da feira, mais eu pensava na minha amiga Vera.  

Então, o pior aconteceu. Primeiro, entrei numa das lojinhas da lista da sogra e dei de cara com uma cópia barata do meu vestido preferido, o vestido da Vera, desfigurado em um terrível manequim de veludo azul. Diante da minha cara incrédula, a dona da loja disse que ele tinha chegado naquela semana. É lindo, eu disse disfarçadamente.

Olhei a etiqueta e dizia U$1300. Made in China. Pasmem, 100 dólares mais caro que o vestido original. Tasquei uma foto, apesar da expressão contrariada da proprietária. Experimentei um outro vestido para disfarçar e fui embora para nunca mais voltar.

Na semana seguinte, a essas alturas já começo de junho, recebi um e-mail da David's Bridal dizendo que a coleção White da Vera Wang estava em promoção. Na mesma hora liguei perguntando se o modelo que eu queria estava incluído. Olhando para o site, eu falei o número do modelo para atendente, que também tinha esse número anotado na minha ficha, e ela disse sim, esse vestido está $400 off.

Se eu precisava de um incentivo para comprar de uma vez o tal do vestido, 400 dólares era um excelente empurrão. O problema era que só estavam na promoção os vestidos do mostruário, mas eles tinham o meu número na David's Bridal em Henderson (30 minutos de Las Vegas) e poderiam marcar um horário para eu ir ver o vestido naquele mesmo dia. 

Passei mão no cartão de crédito do marido e, determinada, resolvi ir comprar o vestido da Vera e acabar com essa palhaçada. Cheguei lá esbaforida e me apresentei para atendente que me pediu para esperar um pouquinho. Naquele pouquinho, meu nível de determinação também diminuiu um pouquinho. 

Ela voltou com o vestido que estava separado para mim. Eu olhei para ela e disse: esse não é o meu vestido. Ela pediu para esperar outro pouquinho. Esse pouquinho, virou mais outro pouquinho. E a pouquinha paciência que Deus me deu, estava ficando cada vez mais insuficiente e pouquinha.

Até que ela voltou com o vestido certo e disse que infelizmente esse determinado modelo da coleção White não estava na promoção. O meu coração não quebrou porque o vestido não estava $400 dólares mais barato e, sim, pela explicação que veio depois. "É que esse modelo vende muito".  Ela olhou para mim de novo e disse, com um sorrisinho falso, quer experimentar mais uma vez?

Já que eu estava lá e o vestido também, no tamanho certo e tudo, resolvi experimentar. Serviu e ficou bonito, mas de uma forma esquisita, aquele vestido não me servia mais. Vendo que eu estava descontente, a moça chamou a gerente para ver se teria como dar um desconto. Ela saiu e me deixou presa dentro do vestido. 

O vestido, por ser do mostruário estava sujo e batido. Pior que isso, fedia. Pedi para uma outra atendente me ajudar a tirar, porque nessas lojas elas fazem questão de ajudar a colocar e tirar o vestido. Ela disse que não podia e de repente a minha determinação estava toda de volta.

Determinada a tirar o vestido fedido, voltei para o provedor e tirei ele eu mesma. Depois de muito esperar, peguei a minha bolsa, a chave do carro e fui embora sem me despedir ou querer saber de desconto ou até do vestido de brinde. Tchau Vera, foi um prazer te conhecer.




Era fim junho e eu não tinha vestido. To be continued.